Programação de Setembro

maternidade consciente

O  mês de setembro está intenso. Já tivemos encontro do Gesta Curitiba, duas turmas do Curso de Shantala e aromaterapia para bebês  e ainda tem muita coisa para acontecer.

Para participar do encontro do Mama Curitiba – Grupo de Apoio à Amamentação, manda um whats para 41.99191-7770.

Para comprar o ingresso da Palestra sobre amamentação do Acolhe – Conexões Maternas: clique aqui https://goo.gl/cSn9mJ

Para adquirir ingresso para a palestra “Preparação para o parto” do Acolhe – Conexões Maternas clique aqui: https://goo.gl/Ypxb89

Para se inscrever no curso de Shantala do Sosseguinho clique aqui: https://goo.gl/cPVoZi

Além disso, meu pedido é para que você visite a página do Evento Acolhe – conexões maternas, confira a programação e os palestrantes. Tem muita atividade bacana para as mães de Curitiba e Região.

 

Oleo essencial de laranja doce

Laranja doce – o óleo essencial das crianças.

Oleo essencial de laranja doce

Citrus aurantium var. dulcis – Citrus sinensis

Aromacologia: “Óleo Essencial das crianças”
Seu aroma traz leveza ao ambiente, estimulando a alegria de viver e a autoconfiança.
Purificador ambiental, limpa atmosferas viciadas.
Traz alegria para os ambientes, combate inquietude, nervosismo, ansiedade e tristeza.
Relaxa e acalma agitação infantil.
Difundir Óleo Essencial de laranja antes de adormecer ajuda o desprendimento de preocupações cotidianas e conduz a um sono profundo e reparador.
Família: Rutaceae.
Etimologia: provém do vocábulo árabe narandj. Foi introduzida no mediterrâneo pelos portugueses no século XV. No século XVI chega a América do Norte, onde adquire, no século posterior, uma grande importância industrial. Existem diferentes espécies de laranja, sendo a duas espécies mais encontradas no mercado internacional a laranja pera (Citrus aurantium var. dulcis – Citrus sinensis) e a laranja amarga ou laranja da terra (Citrus aurantium var. amara; Citrus bigaradia). As indicações terapêuticas são similares com pequenas diferenciações.
Sinônimos populares: laranja pera.
Origem: sudeste da Ásia, Indochina, sul da China e Índia.
Parte da planta utilizada: casca.
Forma de extração: prensagem a frio.
Rendimento: 100Kg de cascas frescas do fruto maduro – 1/2Kg de Óleo Essencial. O Brasil é o maior produtor de Óleo Essencial de laranja doce.
Propriedades terapêuticas e principais indicações:
Diurético, drena a linfa, útil em tratamentos de redução de edemas e celulite.
Antiespasmódico (cólicas intestinais e espasmos digestivos).
Digestivo (gases, prisão de ventre e má-digestão). Ansiolítico, equilibra o apetite via hipotálamo (falta de apetite, anorexia).
Calmante cardíaco, acalma o mal-estar cardíaco ocasionado pela tensão nervosa, alivia a tensão em consultórios odontológicos. Bom para aromatizar salas de espera de dentistas.
Relaxante do sistema nervoso, acalma a agitação infantil, insônia.
Hipotensor leve.
Combate o nervosismo e a insônia, trata hiperatividade e bipolaridade.
Hidratante da pele.
Toxicidade: fotossensível.
Contraindicações: não expor-se ao sol até 6h após seu uso.
Fricção para adormecer: pingue 15 gotas de Óleo Essencial de laranja doce em 15ml de Óleo Vegetal. Com esta sinergia, massageie a região do peito. Pode-se também pingar 10 gotas de Óleo Essencial de laranja doce em 10 ml de Óleo Vegetal e friccionar a coluna vertebral ou 5 gotas na planta de cada pé e friccioná-los;
Para acalmar e estimular a alegria de viver relaxadamente: pingue 3 gotas de Óleo Essencial de laranja doce no colar aromático individual.
Fonte: http://terra-flor.com/blog_ler.php?post=184
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massagem shantala

Qual o óleo ideal para Shantala?

O óleo utilizado durante a massagem tem função de deslizar as mãos sobre a pele do bebê, reduzindo o atrito e o desconforto.
A constante regeneração celular da pele do bebê permite que – através da prática regular de massagens com óleos adequados – as células mortas sejam removidas, mantendo a pele do bebê macia e hidratada, com um brilho saudável.
A escolha do óleo é muito importante, pois a pele do bebê é muito delicada e sensível e tem uma alta capacidade de absorção.
Recomenda-se apenas o uso de óleo vegetal, que deve ser puro e se possível de origem orgânica.
Óleos minerais ou perfumados podem causar alergia aos bebês. Os óleos minerais são extraidos do petroleo e tendem a causar ressecamento e alergia, além de não haver estudos suficientes que comprovem a segurança de aplicar esse tipo de produto com frequência sobre a pele do bebê.
Geralmente os óleos comerciais encontrados em farmácias ou supermercados são se origem mineral. Evite. Confira sempre no rótulo e na dúvida de preferência aos óleos encontrados em farmácias naturais ou de manipulação.
Minha regra de ouro é: “Pode comer? Pode passar na pele do bebê”.
Na Índia, utiliza-se tradicionalmente o óleo de coco no verão, pois esse é um óleo bastante refrescante e o óleo de oliva no inverno, pois ele tende a aquecer.

Seguem abaixo alguns óleos básicos para massagem, fáceis de encontrar:
Semente de uva: Famoso pela pureza, facilidade de absorção e alto poder de hidratação;
Amêndoas doces: Leve, porém ligeiramente mais denso, aquece ao ser friccionado. Atenção! O óleo de Amêndoas puro não tem cheiro.
Oliva: Mais pesado e recomendado para peles secas, também é um óleo que aquece e que nao costuma agradar nosso “nariz ocidental”.
Girassol (orgânico): Fino e ideal para bebês prematuros.
Coco: Deve ser puro e, de preferência, extra-virgem. Tende a ficar pastoso em temperaturas menores. É altamente nutritivo e de fácil absorção da pele.

Além disso pode-se usar óleos essênciais para potencializar o valor terapêutico da massagem. São óleos naturais extremamente refinados e concentrados que possuem o aroma e as propriedades terapêuticas da planta.
Nunca devem ser usados puros diretamente na pele. Deve-se diluir algumas gotas no óleo básico. A quantidade depende do óleo essencial.
Atenção! Essência não é óleo essencial e não deve ser usada sobre a pele do bebê.

Os meus preferidos são:
Laranja doce: É considerado o Óleo Essencial das crianças. Relaxa e acalma a agitação infantil. Conduz a um sono profundo e reparador. Digestivo e estimulante do apetite, auxilia crianças com dificuldades em se alimentar.
Lavanda: Calmante e descongestionante do peito e nariz.  Anti-depressivo. Relaxa, tranquiliza e acalma. Cria uma atmosfera pacífica, segura e conciliadora, incentivando a ternura e amorosidade. Combate insegurança, carência afetiva e insônia. Antialérgico e antisséptico, útil em alergias, picadas de insetos, queimaduras, ferimentos e irritação cutânea. Pela amplitude de sua ação é o “Rescue da Aromaterapia”.
Camomila: Calmante e suavizante, este óleo auxilia a digestão e acalma as irritações. Anti-inflamatório. Pode ser aplicado em alergias, coceiras e reações alérgicas da pele por efeitos colaterais de medicamentos.

Fontes: http://terra-flor.com
A Bíblia da Aromaterapia: o guia definitivo para uso terapêutico dos óleos essenciais. Gill Farrer-Halls. Editora Pensamento.

 

Toque, vínculo

Shantala, um toque de amor.

O maior desejo de toda mãe e de todo pai é que seu filho cresça capaz de ser feliz. Estudos em todas as culturas do mundo demonstram como o “vínculo mãe e bebê é fundamental para a formação de um adulto feliz, equilibrado, livre e criativo”. Por isso, neste período entre gravidez, nascimento e primeiros anos de vida, tudo deve estar a favor da formação deste vínculo. São muitos os momentos em que o vínculo pode ser estabelecido, mas há alguns mais significativos: através da gestação, do parto, da amamentação e do toque.

Quanto a este último, o toque, a massagem pode ajudar muito. É incalculável como pode ser valioso para você e para seu filho o simples contato de sua pele com a dele. Ao vivenciar seu processo de gravidez de forma consciente, o ser Mãe/Pai, poderá se tornar uma experiência mais rica, mais fácil e mais gostosa. E os pais terão um filho com vínculo fortalecido, o mais valioso presente que alguém pode desejar de seus pais.

Mas o que é vínculo? É a ligação que se estabelece entre a mãe e o bebê. Esta ligação é física, emocional e espiritual. Ela é natural e surge desde a concepção. Você não precisa fazer nenhum esforço, a mãe natureza já planejou tudo. Você só precisa deixar acontecer e fica atenta para as oportunidades de fortalecer este vínculo. A qualidade deste primeiro vínculo vai determinar, em grande parte, a forma como o bebê vai se relacionar com o mundo em toda a sua vida.

Esse é o papel do vínculo, fazer uma ponte entre o conhecido (a barriga da mãe) e o desconhecido (o mundo externo). Se esta ponte estiver bem construída, a passagem de uma situação para a outra é favorecida, o que influenciará profundamente a relação que a criança terá com todas as situações novas que encontrar em sua vida.

O vínculo é o “bem-estar” – na relação mãe-filho – que será vivido pelo resto da vida como a maneira de “estar-bem” no mundo – na relação filho-mundo. O bebê que tem o vínculo fortalecido é feliz, apto para crescer independente e carinhoso. Ele buscará sua satisfação com confiança, aprendendo gradativamente a suportar as frustrações. Estará, com certeza, mais predisposto ao equilíbrio.

Quanto mais forte for o vínculo, mais livre o indivíduo se sente: ele se solta numa situação nova, aprende e se desenvolve a partir das experiências.

O vínculo fraco faz o indivíduo ficar com receio do novo: ele fica preso às experiências passadas e tem dificuldade de se relacionar com pessoas, lugares e situações desconhecidas.
A comunicação por meio do toque é um dos mais poderosos meios de criar relacionamentos humanos. Para o relacionamento mãe e filho, o toque tem importância vital, por que oferece possibilidades de fortalecer o vínculo desde o início da gestação, ajudando no desenvolvimento físico e emocional do bebê.

A sensibilidade ao toque, claramente presente 7 semanas e meia após a concepção, progride regularmente até que, por volta da 17ª semana, quase todo o corpo do bebê reage ao contato. Após o nascimento, o toque torna-se mais valioso ainda, por que o bebê precisa de ajuda para se adequar ao novo ambiente, tão diferente da barriga da mamãe.

Este é um dos grandes benefícios do tocar. Ao envolver o bebê nos braços, no peito, ao dar-lhe apoio e contato, a mãe estará recriando as sensações de conforto e segurança vividas no útero, facilitando sua transição para as novas condições de vida. Segundo estudos e pesquisas da University of Miami, Medical School e da Duke University Madical School, os bebês massageados dormem melhor, ganham mais peso, choram menos, ficam mais ativos e alertas, tornam-se mais conscientes do que os rodeia, toleram melhor os ruídos e ficam mais ligados aos pais.

Uma das mais surpreendentes descobertas é o aumento da imunidade às doenças em crianças que foram tocadas e massageadas por sua mãe. A massagem promove ainda o desenvolvimento do potencial motor, permitindo maior flexibilidade e tonificação dos músculos da pele. A criança massageada é mais descontraída, porque seu organismo exerce suas funções de forma mais equilibrada.

A massagem indicada para os bebês é a Shantala, técnica essa usada há muito tempo na Ìndia. Dela tomamos conhecimento através do Dr. Leboyer, que observou em Calcutá uma mãe massageando seu bebê. Encantado com a beleza e a força do momento, batizou a seqüência de movimentos com o nome daquela mulher: Shantala.

A massagem, hoje, comprovado cientificamente, promove a ampliação da respiração, dá noção de limites corporais, fortalece os músculos e articulações, preparando o bebê para engatinhar e andar. Alivia as tensões entre vértebras, ocasionadas pelo fato de o bebê ficar muito tempo deitado. Proporciona equilíbrio, harmonia e relaxamento para a mãe e o bebê. Antes de ser uma técnica, Shantala é uma arte. É a arte de dar amor.

Maridalva Machado Peixoto Konrad – Massoterapeuta

Massagem infantil

Shantala, quando devo fazer?

Muita gente me pergunta quando deve começar a praticar a Shantala e até que idade pode ou deve continuar fazendo a massagem.

Recomenda-se iniciar a Shantala depois que o bebê completa um mês, pois nessa idade ele já regula melhor a temperatura corporal e já passa mais tempo acordado entre uma mamada e outra. Além disso, mãe e bebê já estão mais adaptados à nova vida nesse momento.
Porém, seria um grande desperdício o bebê passar um mês todo sem receber algum tipo de toque carinhoso depois de uma vida toda sendo tocado no corpo inteirinho dentro do útero.
Aproveite cada minuto em que o bebê está tranquilo para tocar seu corpo leve e intuitivamente no início da vida. 
E tem um limite? Não. Você pode massagear o seu bebê enquanto os dois sentirem prazer nessa troca. O ideal é massagear o bebê diariamente pelo menos até os seis meses. É altamente recomendado que estenda essa prática até os dois anos.
A medida que os bebês vão crescendo, é normal que, mesmo as famílias mais disciplinadas, acabem abandonando o hábito e a rotina da Shantala. O bebê fica mais ativo, nossa rotina vai ficando cada vez mais cheia, mas é importante lembrar do valor e dos benefícios do toque afetuoso, do poder da cura através das mãos, independente da idade.